Sorteio de números da COPA SULAMERICANA

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Assim ficaram os números da SULAMERICANA para as quartas-de-final (já retiramos os eliminados nas oitavas)

Lembrando que o time com o número menos joga a segunda partida em casa. Por exemplo, no embate entre Millionários(1) e Grêmio (8) a última partida será realizada na Colômbia.

O1 Millonarios (COL)
O2 Sao Paulo FC (BRA)
O4 CA Tigre (ARG)
O5 Cerro Porteño (PAR)
O8 Gremio (BRA)
O10 Universidad de Chile (CHI)
O11 Universidad Católica (CHI)
O14 Independiente (ARG)

PSB: O futuro do BRASIL

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http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2012/noticia/2012/10/psb-vai-comandar-o-maior-numero-de-prefeituras-em-capitais-do-pais.html

http://eleicoes.uol.com.br/2012/noticias/2012/10/28/psb-toma-lugar-do-pmdb-e-passa-a-ser-o-partido-com-o-maior-numero-de-capitais.htm

O PSB é o partido do futuro no BRASIL.

Mudança de endereço

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Pessoal, para melhorar o atendimento do segunda coluna mudamos de endereço.

Agora, iremos utilizar o seguinte d0mínio:

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Legalizar o aborto?

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Nos últimos dias o assunto mais comentado das redes sociais foi a questão da legaização do aborto no Brasil. O tema deve ser discutido com cautela, pois envolve uma série de idéias, opiniões e muitas divergências. No entanto é inegável que a maioria das sociedades avançadas cultural e politicamente e que, principalmente, superaram os dogmas criados pela Igreja Católica, acabaram por descriminalizar a prática do aborto, como uma medida de atenção à saúde pública.

As redes sociais estão se estabelecendo como uma útil ferramenta de debates a cerca dos mais variados temas. Desta vez o tema da legalização da

"A religião infantiliza a discussão"

"A religião infantiliza a discussão"

prática do aborto no Brasil entrou em pauta e as mais diversas manifestações dos internautas foram surgindo. Movimentos feministas, pastores de igreja e até o médico Dráuzio Varella entraram na discussão, cada qual com sua opinião.

Da gama de idéias discutidas, podemos citar um argumento do famoso médico Dráuzio Varella: “O aborto é permitido no Brasil – para quem pode pagar”. E é esse fato que nos faz refletir que hoje é o poder econômico que está decidindo quem pode e quem não pode realizar o aborto. Os índices de condenações pela prática do aborto são pequeníssimas, portanto só faz quem pode pagar uma clínica especializada ou até mesmo viajar para o exterior para fazer. Já as mulheres pobres não tem a quem recorrer, já que o SUS está proibido de realizar o procedimento. Deste modo, como disse Dráuzio Varella, a legalização do aborto “pode salvar a vida de mulheres que, muitas vezes, já são mães, sofrem p/ criar os filhos

sozinhas, buscam prevenção no SUS não encontram, e se tornam mais uma vez vítimas, ao abortarem em clínicas clandestinas, ou dentro de casa, em solidão desesperada”.

Outra barreira importante nessa mudança da legislação penal brasileira são as paixões religiosas que alienam muitos algumas questões cruciais para nosso país. Como diria Freud, a religião infantiliza a discussão. Ao dizer que a alma da pessoa está presente desde o momento inicial da gestação, não há meio de resposta, pois a afirmação é desprovida de qualquer elemento científico, físico, inteligênte, que seja capaz de gerar um debate em alto nível de idéias.

Por fim, podemos afirmar que a discussão virtual está se tornando uma ferramenta importantíssima para toda a sociedade. Nos serviu, nesses últimos dias para abrir a cabeça de muitos para a questão do aborto, que não é tão discutida quanto merece ser. O tema é crucial para o fim de dogmas criados pela Igreja, mas a primeira coisa a fazer é terminar com a alienação do povo, depois partir para discussões em alto nível de ideias.

Para um festival entrar para a história

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Existem alguns requisitos que tornam grandes festivais de música, ou mesmo shows de bandas em festas históricas, que serão lembradas para sempre. O Live Aid, o Rock in Rio 1985, são exemplos disso. O Rock in Rio 2011, que tinha tudo para ser uma dessas festas memoráveis está pecando e se até o fim do evento não tiver alguma exibição histórica, o festival logo logo cairá no esquecimento.

Festivais de música são festas que ficam na memória de quem foi, de quem tocou, dos organizadores e de quem trabalhou no evento e para por ai as lembranças. Porém existem algumas características singulares que tornam estes encontros músicais em verdadeiras lendas e quem participou, em testemunhas oculares da história.

Queen

Isso é pra história

Exemplos dessa transformação encontramos aos montes. Quem nunca ouviu falar no show do U2 no Slane Castle? Quem nunca ouviu toda a galera cantando “Love of My Life” do Queen no Rock in Rio 1985? Outro exemplo é o Live 8 que contou com o memorável reencontro do Pink Floyd, que ficou na história. O antecessor desse festival, o Live Aid, foi marcado pelo conjunto de performances, inclusive do ex-beatle Paul Mccartney.

O Rock in Rio 2011 tinha de tudo entrar no hall da fama dos festivais. Tinha uma atmosfera inscível, de “volta pra casa” depois de 10 anos, toda uma mobilização brasileira por esse reencontro. Mas até agora o que se viu foram performances burocráticas de bandas batidas. Faltou, inclsive, ousadia da organização que não trouxe nenhum show imprevisível. Todas as bandas estão indo e vindo do Brasil ano a ano.

A mobilização em torno do retorno do Rock in Rio ao Brasil criou uma atmosfera incrível para o festival. Mas uma organização sem ousadias e as performances burocráticas de artistas batidos estão condenando esta edição de um dos maiores festivais do mundo ao esquecimento eterno. É uma verdadeira lástima para o Brasil, mas sempre poderemos nos lembrar de “Love of My Life” de 1985.

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